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Arquivo da categoria ‘Desenvolvimento’
Diálogo 4 (Cena curta 2: Após uma pequena dramaticidade a coisa descamba para a instabilidade)
Publicado: 11/06/2011 por JEFF em DesenvolvimentoO Samba
Publicado: 20/01/2010 por rodoxcaos em Desenvolvimento, PoesiaTags:samba poesia rodoxcaos teatrodocaos poeta montesclaros poesiamontesclaros poesiamineira poesiaaltenativa teatro caos
Vou fazer mandinga, Vou rezar pra “nego” preto Armar batuque e gole Montar meu samba enredo Nessa terra de coisa ruim Só meu gingado me interessa Canto noite e dia, canto O meu samba não tem pressa Rodolfo Morais
O Caos chama conclama à ordem de batalha… Esqueçam suas religiões agora, elas estão repatriadas foram incorporadas à amálgama da meia noite à mercê das virtudes do destino sangrento que é o fim chegando sob o signo do Caos Não reorganizem as tropas os brasões não conterão a fúria de seus intentos Elas estão aonde [...]
Sinopse: Teatro do Caos e o pressuposto primordial da discórdia
Publicado: 04/11/2009 por JEFF em DesenvolvimentoDefronte uma aposta, duas forças antagônicas disputam o domínio do destino e da alma de ATOR. Mefisto e Serafim, representantes de pólos de discórdia, estabelecem um peculiar e paradoxal jogo psicológico em que a persuasão e a argumentação filosófica são as principais ferramentas para a conquista de uma aliança com o protagonista que é levado [...]
VOZ EM OFF: No início… Era o Tempo… E o tempo… era tudo… Com os eventos rumo ao fim do mundo O tempo começou a se exalar… E agora… O tempo está se acabando… (Enquanto está é proferido o Prelúdio, solenemente, entram as tochas que delimitarão o espaço) Com a certificação que o mundo realmente [...]
Rastejando implorando pelas promessas de sempre dois e quarenta e seis derretendo… derretendo metamorfoseando, parodiando canções insanas vou e volto… dois e quarenta e seis gira pára gira pára muda volta gira pára gira de novo universo paralelo suspensão… efeito Doppler ilusão alusão condecoração honrosa vexame raios vultos compulsão obrigatória filmes blues poesia rock ‘n’ [...]
Eu vou atormentá-los, despertar suas iras Exaurir suas vidas patéticas Drenar felizes pensamentos Introduzir jogos de destruição Fazer planos de guerra Personificar o seus mais íntimos tormentos Torturá-los com suas fraquezas ridículas Fragmentá-los em fragilidades Envenenar seus alimentos Transformar seus sonhozinhos em visões mórbidas Farei de vocês pano de chão e limparei em vocês tudo [...]
Eu, pessoalmente, Mexo nos mecanismos Brinco com o desolar de seu mundinho padronizado perfeito Tempestivamente, projeto o Caos matutino, o vespertino e o infindável mar de tormento Eu Abuso de suas cordas vocais Provoco sua ira e seu desespero incontido nos gestos Comando orquestralmente o desarranjo de seus sentidos, Frustro suas armadilhas e o que [...]
É aqui onde tudo se processa… o espaço entre os espaços. A margem do caos. No equilíbrio longe do centro, onde as órbitas se convergem para o estado pleno do ser. Estado poético, teatral, musical, não importa. Não há como rotular esse momento, nem classificar como ocorre. Todos os estados, tudo ao mesmo tempo e [...]
Diálogo 2 (Cena curta 3: Após grande fervor o quase apaziguamento)
Publicado: 08/08/2009 por JEFF em Desenvolvimento.! ! ; ! ! ! ! ! ! ! ! ! !! ! ! ! ! ! ! ! ! … !!!!!!!!!!!!! ! !!! . :!!! !! ! ?! – … – - … ! (!) ?(!) ! -! -! ; … …? ; :! :! . .! ? … ; ; JEFERSON Confira [...]
Diálogo 3 (Cena curta 4: Quando tudo ia se resolver… a nova velha discussão)
Publicado: 27/07/2009 por JEFF em Desenvolvimento. .? .! . . :… :… ? .? ; ?; !; ?! !!! ! !! ! !!! !!! !!! ! ; ! ! , !!! ; !!! ?!!! . . . – - -… -… ?.!!! !!! … … … ! !! ! !!! ?! ?!!! ?! !,!,!,!,! … !!!!!!!!!!!!!! . – !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! , [...]
Eu vi a sombra crescendo no leste estive na cidade entrei no cerne da sociedade e vi seu verdadeiro rosto Eu vi previ os eventos e decifrei as palavras doces e macabras que estão entre as poesias e o infinito O que lhe posso dizer é que o ar cheirará enxofre gerado pelo fogo da [...]
Epifania (ou O último encontro com Caminhante do Vale da Morte)
Publicado: 05/04/2009 por JEFF em DesenvolvimentoEm um dia chuvoso e cinza chega a derradeira hora entrando por uma janela no horizonte Então surge a cidade e sua aurora retrograda a cidade surge como um chiqueiro, preenchida por toda a corja e a sujeira mais nojenta que se possa acumular Os porcos envoltos em lama se saciam com a lavagem de [...]
Faço uma reza nesse momento E peço a nossa senhora. Que leve meu pedido ao bom Deus Que me acuda nessa hora Não quero o triste limbo Me livre de tal sofrimento Faço um pedido a meu Deus Esqueça meu passado sanguinolento. Sob essa lua que me ilumina A ti mãe do senhor Entrego minha [...]
Dizem que nos dias mais quentes Podemos ouvir o diabo nos chamar, Com toda sutileza e perdição. Palavras maledicentes, Cantos e cânticos convincentes. O diabo toca rabeca, e toca violão. Sua música é doce, quase inaudível Com passos lentos, e grande ódio. Sua sandália é de couro e corta o chão. Vaga por entre os [...]
…Madrugada cinzenta, noite traiçoeira… um jovem caminha por entre as luzes mórbidas os passos dados agora lhe pesam sobre os ombros, morte e dor, ele a vê se aproximando, dobrando a esquina ainda solitário anda rumo a dança da morte. Ela lhe envolve, chama-lhe pelo nome o conduz por entre a floresta espectral até o [...]
Fazemos aqui, senhor e senhora o anuncio do inicio do fim. Donde a obra anteriormente tida como perfeita, é vista com extremo defeito. A tênue linha está para ser rompida. Vejamos então o quanto poderão resistir. Pois ao colocarem defeito na “Grande Obra” arriscaram vosso próprio destino. provocaram a ira dos que vêm da “Região [...]
Diálogo 1 (Cena curta 1: Momento dramático perto do fim do terceiro ato)
Publicado: 12/02/2009 por JEFF em Desenvolvimento! ?! – … – … …, …: … ! … ! … ?; ?! ! “…” !!! . . JEFERSON Confira também: Diálogo 2 (Cena curta 3: Após grande fervor o quase apaziguamento) Diálogo 3 (Cena curta 4: Quando tudo ia se resolver… a nova velha discussão) Diálogo 4 (Cena curta 2: Após uma [...]
O teatro está Morto
Publicado: 10/02/2009 por Teatro do Caos em DesenvolvimentoTags:Poesia, Teatro do Caos
O teatro está morto!!! Eu o matei semana passada… deitado inerte em meu quarto de esperanças vãs e palavras vazias Enquanto do lado de fora do mundo eco das falas sempre repetitivas de peças idiotas sobre teatro, fazer teatral opção de vida e qualquer clichê ou reclamação banal batiam nas paredes mas, não conseguiam entrar [...]

