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Sete em ponto

Publicado: 24/04/2012 por JEFF em Poesia

Como se fizesse alguma diferença iludimo-nos novamente aproveitando todo tempo do mundo que não temos enquanto sabemos o que acontece e por mais que tentemos subverter isto ou aquilo a eternidade não dura mais que um segundo e o relógio sempre se estraçalha às sete… JEFERSON

Pela metade

Publicado: 24/04/2012 por JEFF em Poesia

Caminhamos com as tempestades conhecemos as tormentas mais furiosas escolhemos caminhos tortuosos sofremos com a verdades inaceitáveis que descobrimos nos abrigamos nas mais variadas sombras nas sobras displicentes da escuridão impenetrável Desafiamos as situações impertinentes encontrando-nos sempre em um canto desolado transitando no limite o tempo todo caminhamos por entre o espaço entre os espaços [...]

Era um devaneio colorido era uma ilusão em preto e branco uma foto de enquadramento inadequado uma resiliência no destino insolente um infortúnio sem sinônimo nos dicionários eram sinais luminosos se transmutando indefinida e indeterminadamente, mas proveniente de estrelas já findadas cuja a luz linda encanta, desbrava a finitude dos momentos eternos embora saibamos que [...]

As pessoas perguntam como funcionam os mecanismos como se processam as coisas, o quê ou quem sou eu talvez um conjunto de rimas resolva, talvez não… É eminentemente complexo, embora simples talvez eu arrume uma definição melhor à posteriori mas por hora, para não se perderem, entendam assim: Bruto por definição, Filosofia por opção, Teatro [...]

Sem saída

Publicado: 07/04/2012 por JEFF em Poesia

Não há saída, o nada está tomando tudo poderíamos abrir mão da existência sermos resilientes em nossas posições favoráveis ou irmos em direção aos fragmentos coloridos que respingam ou se contraem antes do esfacelamento nos apegarmos à inútil inocência dos dias de cólera ou ao ímpeto heróico da resistência Poderíamos fazer qualquer coisa, mas não [...]

Fora de órbita

Publicado: 06/04/2012 por JEFF em Poesia

Um dia ensolarado o vento batendo em seu cabelo você tão disposta à tudo o ritmo ideal pra quem entendeu o que é realmente o tempo como as coisas se processam livre das pressões de qualquer coisa Um dia mudando sua vibração palavras se alinhando em horizontes desnecessários sinais indistintos ao longe as paisagens sugadas [...]

Hey!

Publicado: 29/03/2012 por JEFF em Poesia

Hey! E aquela mania de ser pop em tudo? E aquela coisa de entrar na escuridão sem temer a ausência de luz? E aqueles dias de glória? É; aqueles mesmos em que entrávamos nas batalhas pelo simples prazer de permanecer em pé enquanto todos caíam E aquela cara debochada perante os perigos mortais só porque [...]

Pouco

Publicado: 26/03/2012 por JEFF em Poesia

O exército se alinha somos todos velhos demais pra tudo isso mas a acuidade de nossos desejos desvelados pede mais sempre mais a terra contra a água, a água moldando a terra a gente buscando novos instrumentos para tudo o tempo não passa quando estamos aqui nos recusamos a envelhecer mais por motivos óbvios tudo [...]

Terras escuras

Publicado: 17/03/2012 por JEFF em Poesia

Mais um dia estendendo a linha do tempo mais um dia rodando por entre as frestas o devaneio escorregadio de seus desejos impossíveis repetindo rimas, repetindo dilemas rodando em círculo a noite toda Novas rotas para as mesmas colisões mesmas situações para destinos resolutos mais um dia querendo acelerar em direção ao fim da linha [...]

O reino esquecido

Publicado: 15/03/2012 por JEFF em Poesia

Havia muitas coisas nebulosas tudo estava perfeito demais por isso reneguei o reinado do reino imaginário e quando todos estavam sãos, eu adoecia assim mesmo, sem sentido, sem um motivo aparente Diziam-me que eu era o preferido dentre todos os descendentes de um passado desconhecido e agora me chamam para lugares aonde antes eu não [...]

Mais uma noite na principal avenida da cidade

Publicado: 13/03/2012 por JEFF em Poesia

O relógio bate as seis, cravado eu simplesmente não posso ficar pelas ruas, pessoas se incinerando por quase nada passivas perante quase tudo o anoitecer, a sombra cinzenta o reduto dos medíocres, a fuga dos covardes pessoas se aglutinando em volta de fortalezas inúteis, pretextos facilmente degradáveis bebidas de péssima qualidade e argumentos fúteis enquanto [...]

O labirinto complicado

Publicado: 06/03/2012 por JEFF em Poesia

Corra rápido, pegue o trem você tem o que procura bem aqui todas as emoções se foram quando nos incineramos por capricho na noite passada Ouça o que eu te digo somos eternos enquanto isto tudo durar enquanto não colocarmos os pés no chão como se fosse a primeira vez, como se não soubéssemos o [...]

Derradeiro dia

Publicado: 05/03/2012 por JEFF em Uncategorized

A manobra certa o momento preciso as paredes caindo o céu desabando as águas inundando o fogo consumindo eu feito um adolescente preocupado apenas em quebrar rimas, roubando beijos de mulheres desconhecidas pelas ruas e indo mais um dia em direção ao fim do mundo onde todos os motivos colidem e só o agora importa… [...]

Fim da linha do caminho sem volta

Publicado: 04/03/2012 por JEFF em Poesia

Seja nos contrastes equivocados ou nas lacunas resilientes que por mais que esforcemos não conseguimos preencher seja nos fusos horários displicentes ou vendo tudo por um ângulo diferente seja nas aspirações insensatas ou nas coisas rodando caoticamente na órbita que escolhemos e agora não conseguimos cumprir Não adianta é tarde demais pra qualquer coisa mentimos [...]

O homem burocrático

Publicado: 02/03/2012 por JEFF em Poesia

Tão apegado às normas em uma sala de escritório vendo a vida passar pela janela milhões de combinações absurdas e glórias indubitáveis que, inerentemente, não são suas nem foi ele quem as fez florescer com um gesto que valia à pena ou uma atitude condescendente de deixar a vida acontecer enquanto tenta colar os vidros [...]

Aqueles dois…

Publicado: 01/03/2012 por JEFF em Poesia

Para cada sonho ausente um delírio inconsequente ela banca a indefesa frente à confusão que ela mesmo criou ele quebra toda a mobília, atrasa os relógios e aumenta o som até seus tímpanos sangrarem Na esperança de deixarem tudo pra trás ela faz planos de como o afogar na banheira velha no canto da parede [...]

A garota ideal para uma cidade sem nome

Publicado: 28/02/2012 por JEFF em Poesia

Você parece tão bonita com esta aura de garota comportada divagando sobre a ascendência das estrelas ou sobre as postulações bergsonianas enquanto percebemos que, de esquina em esquina, tudo vai ficando pra trás e ainda não encontramos o que estávamos procurando nem há lugar nesta cidade para gente como nós JEFERSON

Clarividência

Publicado: 23/02/2012 por JEFF em Poesia

Tudo confuso… as sombras se misturando os vultos rondando pelo quarto as respostas cobrando perguntas os pesos, as medidas, os fatos deliberados o caminho resoluto a velocidade indeterminada a escuridão delimitando a luz o capuz encobrindo o rosto o passado emoldurando o presente o sorriso aguardado, o andamento correto o som do vento repercutindo por [...]

Sobre as lembranças de um passado inexistente

Publicado: 21/02/2012 por JEFF em Poesia

As poesias, inevitavelmente, ficam pra trás nos atiramos contra a parede por nada não me lembro de termos dado vazão a nada que não seja abstrações singelas de um fluxo contínuo de uma realidade violenta e uma glória lapidada pela paciência do tempo que, inerentemente, conserta tudo… JEFERSON

Spoiler

Publicado: 18/02/2012 por JEFF em Poesia

Pode parecer um delírio, uma sensação incontida ou uma ilusão insensata, mas de todos os universos que eu não conheço o seu é o que mais eu sinto falta… JEFERSON

O sentido ausente

Publicado: 15/02/2012 por JEFF em Poesia

Todas as fichas apostadas lá estão eles noite adentro procurando o que perder dezenas de possibilidades se oferecem facilmente uma noite pra cada avenida uma avenida pra cada rodada desajeitada um desajeito para cada opção indesejada enquanto se desafiam, vão além do limite, caçando taxas cada vez mais altas até não poderem pagar rodando sem [...]

Todos os momentos são eternos

Publicado: 12/02/2012 por JEFF em Poesia

Desfocando e focando alternando entre medidas impossíveis o retorno imediato das imagens insensatas as elegias impossíveis de um reino distante o quase plausível, o quase alcançável estraçalhado pelos acordes de outrora no banco de trás de um destino em movimento rumo à um futuro desconhecido uma numeração que define a captura de cor e tudo [...]

Ela sentada à beira do elevado da varanda serena, olhando o mundo desabar Eu, finalmente, entendendo o que é a duração tudo girando, desintegrando ao nosso redor a gente ciente que tudo vai acabar os drinks, o apreço pelas bebidas, a habilidade inquestionável em apontar o inevitável as músicas, a guitarra velha, as dezesseis moedas [...]

(In)verso

Publicado: 01/02/2012 por JEFF em Poesia

Pessoas como mercadorias, mercadorias como pessoas… há, no mínimo, pra não dizer outra coisa, um olhar educado em demasia… JEFERSON

Oposto

Publicado: 31/01/2012 por JEFF em Poesia

Todos sempre dizem: parabéns! Resista! Isso mesmo! Continue… Mas não são vocês quem se ferem e sangram quando achamos que chegamos à vitória, tudo parece conspirar à favor e o destino insiste em nos dizer o contrário JEFERSON

Alternância

Publicado: 27/01/2012 por JEFF em Poesia

Provavelmente voltaremos a este assunto tudo é bem mais complexo do que aparentemente se apresenta parece alternância, mas não somos só isso… Todos acham que nos conhecem, mas isto também não é verdade… JEFERSON

Alegrias secretas

Publicado: 26/01/2012 por JEFF em Poesia
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Nem tão preso aos desígnios da Terra nem tão distante à ponto de não haver colisão assim, de graus em graus vamos vertendo todos os delírios diários desvencilhados da manifestação contínua de todos as esferas e imagens projetadas de todos os absurdos ou superficialidades reveladas degrau a degrau vamos subindo em direção ao inevitável o [...]

Destroços

Publicado: 25/01/2012 por JEFF em Poesia

Todos nós sabemos tudo vai ruir, vai sair do controle e desmoronar em um simples amanhecer então seremos arremessados pra cima e talvez até tenhamos uma sensação maravilhosa de suspensão segundos antes de sermos soterrados pelos escombros… JEFERSON

Me jogando contra as paredes perdido em um dos milhares de labirintos tortuosos de meu quarto cada vez mais apertado pelas lacônicas sombras e sobras das lacunas da noite Destinos incompletos abstrações inúteis de inúteis displicências e inúteis resultados e complicações as ocasiões cobrando mais caro todas as taxas que sempre nos recusamos a pagar [...]

Game over

Publicado: 16/01/2012 por JEFF em Poesia

Te esperando em frente sua casa te cercando com seu mundo impossível nenhum movimento de correspondência, mas continua lá parado observando esperando o movimento mudar Então você não segue meus conselhos, a coisa muda ele cria tudo te conta as suas mentiras mais sinceras vai de resplandecência à escuridão em duas frases e te cerca [...]

Incurável

Publicado: 15/01/2012 por JEFF em Poesia

Era um dia chuvoso lágrimas pedras escorriam pelo corrimão tortuoso das escadas igualmente tortuosas da amargura eu andava, como quase sempre, sem um propósito aparente enquanto a noite findava e eu me preparava pra descer, degrau à degrau, rumo ao porão alagado me lembrando de todas as coisas dentro de todos os motivos que me [...]

A máxima sempre aponta para o continuar, mas não há opções plausíveis nem caminhos diferentes àqueles aos quais não ousam arriscar e tudo parece, sempre, infinitamente mais simples e menos urgente quando visto do lado de fora e não é nosso o sangue que é derramado a cada dia de permanência dentro do turbilhão de [...]

Propósito

Publicado: 09/01/2012 por JEFF em Poesia
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Silentes andam os errantes dia após dia sedentos de uma diretriz eficiente Para cada coisa um propósito nefasto para a faculdade de esquecer, o esquecimento para a faculdade de lembrar, o sofrimento os segundos nos perfurando por horas horas entre dias, dias entre mãos, mãos por trocados, e trocados por ilusão Incontáveis e diferentes destinos [...]

Dor

Publicado: 08/01/2012 por JEFF em Poesia
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Meu império de palavras insuficientes minha cara desbotada de sempre esperando o ônibus à luz do dia tudo claro ao redor a fenda de uma ferida que não cicatriza os olhos fechados, as lembranças de sempre glórias incompletas sentimentos vazios, pensamentos vorazes pessoas felizes ou, aparentemente, próximas disso o que é suficiente para saber que [...]

Mais uma órbita no escuro

Publicado: 07/01/2012 por JEFF em Poesia

As horas torturando os destinos escolhidos nossa eterna revolta de causas vazias motivos reais para seres imaginários um sei lá o quê de eminente volta teus desejos trancados lhe cobrando as chaves um quarto apertado de ilusão e desespero nas madrugadas de apego solitário palavras como imagens, imagens como respostas o mundo alheio à nossa [...]

Leve digressão

Publicado: 06/01/2012 por JEFF em Poesia

Vasculhando, revirando tudo pequenas subidas, grandes quedas trocadilhos adolescentes a gente fingindo estar satisfeito com tudo de um lado para o outro batendo nas paredes indo em direção ao centro de um infinito projetado sem pagar pedágios sem nos importar com os restos deixados girando as coisas mais rápido do que conseguimos suportar só pra [...]

Entre paredes

Publicado: 05/01/2012 por JEFF em Poesia

Em vão, por várias vezes, entoamos nossos cantos de batalha nunca tivemos inimigos reais ou tão poderosos quanto os que inventamos brindamos por nada somos o retrato desfocado de sorriso incólume nossos destinos emparedados nossos cálices cheios de sangue dos inocentes de sempre uma ou outra forma igualmente inocente de ver as coisas um ou [...]

O devir silencioso

Publicado: 03/01/2012 por JEFF em Poesia

Era pra ser uma história simples até tudo, como sempre, sair do controle a cidade nos cercando de luzes e lojas labirintos distintos em cada rota conhecida pessoas se etiquetando, se oferecendo por pouco e assim, também como sempre, entramos noite adentro edificando milhares de possibilidades e coisas que agora se amontoam na fila para [...]

Discurso aos novos decadentes

Publicado: 02/01/2012 por JEFF em Poesia

É tarde, tarde demais pra qualquer coisa? Embora não haja mais um sentido aprazível ou algo que nos remonte aos tempos de luta e, principalmente, resistência vou permanecendo em pé enquanto vejo os antigos colegas de combate, um a um, desistindo ou caindo como ratos dilacerados solícitos de formas novas de conveniência ou de outra [...]

Go Home

Publicado: 24/12/2011 por JEFF em Poesia

Para Lucas Brother… Sentado no banco da frente ao som de Bob Dylan e Johnny Cash está ele, solitário voltando pra casa pra retomar sua vida guardada enquanto dirige e olha para a estrada entra por paisagens surreais conhecidas e velhos desejos aflorados de sempre a casa a qual volta não é mais um lar, [...]

Subesmitado, no banco de trás…

Publicado: 05/12/2011 por JEFF em Poesia

Apatia circundando tudo uma chuva incessante de falta de motivos aparentes correr, correr; mover, surpreender, ir mais rápido movermos até encontrarmos um sentido alguém que possa ser reconhecido se movendo na escuridão com os olhos negros rodeados de uma face Nós encurralados pelo o que não acreditamos aceitamos ou sequer compreendemos a evolução querendo se [...]

Again… and again…

Publicado: 03/12/2011 por JEFF em Poesia

Tudo vai acabar Não adianta ser legal, conquistar um legado benevolente edificar um modo de vida satisfatório ou escolher o melhor enquadramento Tudo vai ruir os faróis apontam para noite, a noite para o escurecer, dementes apontando na parede os símbolos que nos recusamos a ver minha vida feita uma falta de rima simplória, imbecil [...]

Pretexto

Publicado: 28/11/2011 por JEFF em Poesia

explosões o torpor de sempre a embriaguez pelas causas extraordinárias um tiro para cada corpo e uma “alma” pra cada disparo a incerteza da sobrevivência de estar no limite o tempo todo as palavras da poesia no abrigo do silêncio nossas convicções caindo uma a uma entre um olhar e outro que pode definir fatidicamente [...]

600 poesias e nem sei se estou melhor com isto

Publicado: 22/11/2011 por JEFF em Poesia

Palavra a palavra reconstruo e, na maioria das vezes, destruo o mundo todos os dias na intensidade da falta espontânea de um gesto trafegando sem um motivo aparente buscando trechos inacabados das fragilidades dos poetas esquecidos abrigados por um eu desolado e não há nada que me tire da condição de me deparar comigo mesmo [...]

Por trás do olhos serenos

Publicado: 17/11/2011 por JEFF em Poesia

O que está por trás do olhar é o olho, por trás dos olhos a história Jamais se conheceu olhos tão sinceros que não tivessem, ao menos uma vez, hesitado e tentado se fecharem diante da verdade… JEFERSON

Todos os controladores e donos da voz se calaram tudo conseguido sob trapaças perdeu-se vocês se acharam bons suficientes para trair e expropriar acharam que venceriam mas somente dois de nós se acomodaram e se perderam o resto sobreviveu vocês, agora, como o lixo que sempre foram mendigam a energia dos convenientes e tentam tornar [...]

De volta pra casa

Publicado: 13/11/2011 por JEFF em Poesia

Quando vi o sol se pondo acima das nuvens tudo fez sentido eu não nasci para viver só com os pés no chão JEFERSON

Sem ressentimento

Publicado: 12/11/2011 por JEFF em Poesia

…e a Terra se desprendeu do Sol… os dias passavam à seu tempo, ao nosso tempo vivíamos por conta própria e ninguém era mais refém de nada… JEFERSON

Ponto e vírgula

Publicado: 04/11/2011 por JEFF em Poesia

As moradas estão distantes e os dias não são mais infinitos estamos longe, habitamos mundos longínquos contiguidade não basta o tempo voa livre faltam quinze minutos pra qualquer hora e nem posso dizer que me importo passos os dias inventando coisas já existentes e refazendo o marasmo da mediocridade o mundo acaba todo fim de [...]

A órbita do Caos

Publicado: 31/10/2011 por JEFF em Poesia

Os carros as casas as cores tudo girando em uma desordenada precisão não sei como ou porquê acontece, também não quero saber… Na maioria das vezes as respostas estragam as perguntas… JEFERSON